segunda-feira, 26 de novembro de 2018

INCENTIVO AO REUSO DA ÁGUA

Plenária do Consórcio PCJ define como uma das prioridades para 2019 o incentivo ao reuso da água como alternativa para o abastecimento


Os municípios e empresas associados ao Consórcio PCJ definiram em Reunião Plenária da entidade, realizada nessa sexta-feira, dia 23 de novembro, no auditório da ARES-PCJ, em Americana (SP), a necessidade de debater sobre a possibilidade de utilização de água de reuso para abastecimento, principalmente em momentos de crise hídrica. A sugestão foi apresentada pelo presidente da Sanasa, Arly de Lara Romeu, ao Presidente do Consórcio PCJ e prefeito de Nova Odessa (SP), Benjamim Bill Vieira de Souza.

Atualmente, a água de reuso no Estado de São Paulo pode ser utilizada apenas para irrigação paisagística, lavagem de logradouros e outros espaços públicos e privados, construção civil, desobstrução de galerias de água pluvial e rede de esgotos, lavagem de veículos e combate a incêndios, respeitando padrões de qualidade e de monitoramento definidos pelos órgãos fiscalizadores, portanto, sem previsão de uso em Estações de Tratamento de Água (ETA).

No entanto, com o aumento da eficiência no tratamento de esgoto, já existem serviços de abastecimento que utilizam tecnologias modernas, como as membranas ultra filtrantes, que resultam numa água de qualidade até mesmo superior à água captada para o abastecimento público. Nesse caso, se enquadram as EPARs – Estações Produtoras de Água de Reuso.

O Presidente do Consórcio PCJ deliberou que seja formada uma comissão para iniciar um processo de análise técnica e interlocução com os órgãos fiscalizadores para encontrar uma alternativa para essa possibilidade. “Vamos montar um grupo técnico para iniciar essas discussões. Com o aumento de tratamento de esgoto e com o avanço tecnológico, a água de reuso tem de ser considerada para a sustentabilidade hídrica, tendo em vista a ocorrência de eventos climáticos extremos, o que pode ocasionar novas crises hídricas”, comentou Bill na ocasião.

O tema reuso da água será colocado no plano de atuação do Consórcio PCJ para o próximo biênio (2019/2020).

Lançamento da Logomarca 30 anos
Também durante a Reunião Plenária, a Assessoria de Comunicação do Consórcio PCJ apresentou a logomarca comemorativa pelos 30 anos da entidade, que serão celebrados em 13 de outubro de 2019, além de apresentar o calendário de atividades ao longo do próximo ano para marcar a data. Estão previstas ações publicitárias, criação de um aplicativo (app), lançamento de cursos pela Escola da Água e Saneamento, e fechando as atividades comemorativas a realização do 7º Prêmio Ação pela Água, para premiar as boas práticas de gestão da água nas Bacias PCJ.
Sobre o Consórcio PCJ:
O Consórcio PCJ, fundado em 1989, é uma associação civil de direito privado, composta por 42 municípios e 27 empresas associados, que atua como uma agência de fomento, planejamento e sensibilização, com o objetivo de recuperar e preservar os mananciais, além de discutir a implementação de políticas públicas voltadas à gestão da água. A entidade é referência nacional e internacional na gestão de recursos hídricos, sendo membro de importantes entidades internacionais, como: O Conselho Munidial da Água, a Rede Internacional de Organismos de Bacias (Riob), a Rede Latino-Americana de Organismos de Bacias (Relob) e a Rede Brasil (Rebob). 

Mais Informações:
Assessoria de Comunicação - Consórcio PCJ
Jornalista Responsável: Murilo F. de Sant'Anna
Tel.: (19) 3475 9408
e-mail: imprensa@agua.org.br

2 comentários:

  1. Na apoca no calor da cassação do Sérgio nas vésperas ecate no dia do famoso julgamento vc deu o ar da graça defendendo o prefeito Sérgio confesso que estranhei vc um crítico ferrenho da gestão vir defender ...mas hoje entendi tudo RS o pa agorae aliado do homem RS firmaram até um acordo ou seja os votinhos q livraram a cara do prefeito altomaticamente o obriga a engolir para sua turma e seu fiel escudeiro proprietário desse blog RS

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    1. As denúncias contra o prefeito eram frágeis, nem o TC considerou os apontamentos usados na denúncia, qualquer juiz devolveria a cadeira e o município perderia muito mais com o trauma da mudança. E não houve acordo nenhum que valesse qualquer voto.

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