quinta-feira, 26 de maio de 2016

domingo, 8 de maio de 2016

GOLPE DE ESTADO?!?!

Uma charge do Aroeira, (chargista brasileiro), que saiu no jornal francês Le Monde, mostra a que ponto pode ir a distorção e a inversão de valores promovido pelos ideólogos supostamente de esquerda, que tentam vender para o mundo uma mentira como se fosse verdade, isso na insinuação comum às charges, mas é importante que a gente fizesse uma reflexão sobre esse trabalho...
A legenda diz "Isso não é golpe", só que o desenho insinua que o processo foi desencadeado pela "grande imprensa", como eles costumam querer que se acredite. Isso faz com que a nossa imprensa fique podada para divulgar a verdade, as que divulgam os fatos acabam taxadas como sendo golpistas "de direita".
Nós, que acompanhamos os fatos, sabemos que o processo "não é golpe", como disse o senador Cristóvam Buarque, que não existe golpe com transmissão ao vivo pela televisão, golpes são feitos na clandestinidade, além do mais o processo está seguindo, com a ajuda do PT, estritamente dentro da lei.
E a meu ver está claro que o que está acontecendo agora, nada mais é do que "contragolpe", considerando que o golpe foi dado pelo PT, quando não mediu consequências ao financiar o aumento de programas assistenciais em período de campanha, transformando-os em assistencialistas, criando a maior compra de votos do mundo, mesmo sem dinheiro, mesmo sem recursos, tendo utilizar de maneira autoritária, o dinheiro dos bancos.
Nós estamos assistindo a Justiça sendo feita, e o destino cobrando pelos abusos realizados com o intuito de manter o partido no poder.
O processo, para dirimir qualquer dúvida, não foi desencadeado pela imprensa, mas pelo povo que saiu às ruas em 2013 aproveitando a manifestação criada para confrontar o aumento da tarifa de ônibus na cidade de São Paulo, e que foi potencializada pela indignação e revolta do povo descontente com os resultados da gestão equivocada e medíocre.

sábado, 7 de maio de 2016

VAGA DE EMPREGO

Já conhecia o vídeo, mas me deparei novamente com ele através de uma mensagem do WatsApp do amigo Geraldo Magela, sobre entrevistas para uma vaga de emprego:




sexta-feira, 22 de abril de 2016

DIA DA TERRA - POR FAVOR RESPEITE

Hoje é o Dia da Terra, lugar que desrespeitamos a todo instante, peguei as imagens da página inicial do Google para fazer minha homenagem, elas seguem o mesmo link:


quinta-feira, 21 de abril de 2016

MALANDRAGENS E LEGALIDADES

O doutor José Luiz Pinheiro postou no Facebook esse texto que transforma a derradeira estratégia de defesa da presidente em "mimimi"... Sobre crime de responsabilidade e crimes de "irresponsabilidade"...

Entendendo o impeachment da presidente Dilma

Durante a votação da aceitação do pedido de impeachment na Câmara Federal, foi reiteradamente dito pelos deputados que eram contra a representação, e pela própria Presidente, que ela não cometeu nenhum crime de responsabilidade  e que é uma pessoa honesta e que o seu nome nunca foi mencionado na "lavajato", assim como estar envolvida em corrupção. 

É preciso, então, que se entenda a diferença entre "crime comum" e "crime de responsabilidade" .

O crime comum é aquele previsto no código penal, enquanto que o crime de responsabilidade é aquele previsto em leis especiais, como a lei de responsabilidade fiscal, que normatizam a conduta dos detentores de mandato eletivo.

É preciso, também, saber a diferença entre o poder privado o poder público.
No direito privado, uma pessoa pode fazer tudo o que a lei não proíbe. Já, no direito público, o governante só pode fazer o que a lei autoriza. 
De outra banda, quando muitas vezes se fala em desvio de verbas, é preciso saber a diferença.

Desvio para o bolso próprio ou de alguém, é crime comum.

Desvio de finalidade, ou seja, ao invés de fazer o que está no orçamento, faz outra sem autorização legislativa é crime de responsabilidade.

Não é o caso de ser honesto, ou não, porque se trata de desvio de finalidade, o que não é permitido ao governante porque o dinheiro não é dele. 

Para qualquer transferência de verbas orçamentárias, precisa da autorização do povo, representado pelo parlamento - câmaras municipais, assembleias legislativas, câmara federal e Senado. 

Desse modo, quando se trata de crime comum, o governante é processado e julgado pela justiça comum, cuja pena, de modo geral, é de prisão.

Quando comete crime de responsabilidade, é julgado pelo poder legislativo cuja pena é a de perda do mandato. 

Imagine um governante que tem uma verba no orçamento para fazer uma creche, mas resolve usar o dinheiro para fazer uma fonte luminosa. Para poder fazer isso, precisa da autorização do povo, representado pelo parlamento - câmaras municipais, assembleias legislativas, câmara federal e Senado. Ao invés desse procedimento, edita um decreto, passando por cima do povo, diga-se, poder legislativo, e faz a transferência por decreto.
Mesmo que faça um licitação, mesmo que não haja superfaturamento, mesmo que não haja corrupção, mesmo que não embolse um tostão, comete o crime de "improbidade administrativa".

Existe, ainda, as pedaladas fiscais, que é outra coisa. É assumir dívidas sem autorização legislativa ou deixar de pagar valores nos seus vencimentos,  transformando um compromisso em dívida. Algumas delas só podem ser feitas pelo governo federal porque hoje em dia só ele tem banco público. Por exemplo, o banco do Brasil, como aconteceu, paga as aposentadorias e dentro do prazo deve receber do governo federal as repasses do que pagou. A partir do momento que o governo não repassa o valor, transformou aquele valor em dívida, mas isso ele não pode fazer porque a lei de responsabilidade fiscal proíbe o banco oficial de financiar o governo. São as tais "pedaladas fiscais". Não se trata de corrupção, de falcatruas, mas fere mortalmente a lei de responsabilidade fiscal e também é crime de responsabilidade.

Políticos que não entendem isso, não devem nem se candidatar. Governante que não entende isso, não pode continuar governando!



segunda-feira, 18 de abril de 2016

SE CORRER O BICHO PEGA


Agora começa a luta na propaganda.

sábado, 16 de abril de 2016

NÃO VAI TER (NOVO) GOLPE!

Já que já teve, quando, para ganhar as eleições, fizeram uma campanha baseada em promessas que não foram cumpridas, e usaram recursos que o país não tinha, e agora, através da propaganda maciça dos partidos que permaneceram na base do governo, estão querendo dar outro. Continuando a enganar o menos esclarecidos de que a teoria da militância é a verdade, mesmo sendo uma descarada mentira.

Não é golpe quando o processo corre dentro do que estabelece a Constituição.

Esse tipo de postura é comum a pessoas que vem da experiência de conseguir atingir seus objetivos através de golpismos, como foi golpismo a ação da esquerda no Regime Militar, se não houvesse a ação direta das Forças Armadas, o verdadeiro golpe teria tido sucesso.

Os golpistas querem continuar invertendo os valores. Não existe golpe e os atos significam a força da democracia e não uma ameaça como eles querem nos enganar com a propaganda.