terça-feira, 22 de julho de 2014

KUNG FU EM TORNEIO INTERNACIONAL

Equipe de Kung Fu de Bom Jesus dos Perdões Participa do Brazil International Kung Fu Championship Tournament 2014
No último domingo, 20 de julho de 2014, foi realizado no Clube Hebraica o "Brazil International Kung Fu Championship Tournament 2014".
A Equipe de Bom Jesus dos Perdões foi representada por 2 Atletas que conquistara as seguintes colocações:

Eduardo dos Santos Tavares
- AVANÇADO - FORMA TRADICIONAL ARMAS LONGAS - 3º Lugar ( Medalha de Bronze)

Gustavo dos Santos Tavares - AVANÇADO
- AVANÇADO - FORMA TRADICIONAL ARMA MÉDIA - 2º Lugar ( Medalha de Prata )

Mais Informações pelo telefone com Inst. Alexandre (Bom Jesus Perdões), pelo telefones Tim: 11-8372-8310 - 11-8662-1685/ Vivo: 11-94192-3002 - 11-99867-8465.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

CAINDO A "MÁSCARA DO GIGANTE"

É extenso, mas esclarecedor como um retrato do Brasil, não só o que foi massacrado na Copa, mas o que está sendo massacrado dia-a-dia por um bando de pessoas medíocres formadas na linhas da corrupção e do descompromisso com a coisa pública. Perca um tempinho e reflita sobre o texto que saiu na página de Luciano Pires sobre o que escreve o escritor Mario Vargas Llosa, em artigo publicado no Jornal El País:

A máscara do gigante.
Fiquei muito envergonhado com a cataclísmica derrota do Brasil frente à Alemanha na semifinal da Copa do Mundo, mas confesso que não me surpreendeu tanto. De um tempo para cá, a famosa seleção Canarinho se parecia cada vez menos com o que havia sido a mítica esquadra brasileira que deslumbrou a minha juventude, e essa impressão se confirmou para mim em suas primeiras apresentações neste campeonato mundial, onde a equipe brasileira ofereceu uma pobre figura, com esforços desesperados para não ser o que foi no passado, mas para jogar um futebol de fria eficiência, à maneira europeia.
Nada funcionava bem; havia algo forçado, artificial e antinatural nesse esforço, que se traduzia em um rendimento sem graça de toda a equipe, incluído o de sua estrela máxima, Neymar. Todos os jogadores pareciam sob rédeas. O velho estilo – o de um Pelé, Sócrates, Garrincha, Tostão, Zico – seduzia porque estimulava o brilho e a criatividade de cada um, e disso resultava que a equipe brasileira, além de fazer gols, brindava um espetáculo soberbo, no qual o futebol transcendia a si mesmo e se transformava em arte: coreografia, dança, circo, balé.
Os críticos esportivos despejaram impropérios contra Luiz Felipe Scolari, o treinador brasileiro, a quem responsabilizaram pela humilhante derrota, por ter imposto à seleção brasileira uma metodologia de jogo de conjunto que traía sua rica tradição e a privava do brilhantismo e iniciativa que antes eram inseparáveis de sua eficácia, transformando seus jogadores em meras peças de uma estratégia, quase em autômatos.
Não houve nenhum milagre nos anos de Lula, e sim uma miragem que agora começa a se dissipar
Contudo, eu acredito que a culpa de Scolari não é somente sua, mas, talvez, uma manifestação no âmbito esportivo de um fenômeno que, já há algum tempo, representa todo o Brasil: viver uma ficção que é brutalmente desmentida por uma realidade profunda.
Tudo nasce com o governo de Luis Inácio 'Lula' da Silva (2003-2010), que, segundo o mito universalmente aceito, deu o impulso decisivo para o desenvolvimento econômico do Brasil, despertando assim esse gigante adormecido e posicionando-o na direção das grandes potências. As formidáveis estatísticas que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística difundia eram aceitas por toda a parte: de 49 milhões os pobres passaram a ser somente 16 milhões nesse período, e a classe média aumentou de 66 para 113 milhões. Não é de se estranhar que, com essas credenciais, Dilma Rousseff, companheira e discípula de Lula, ganhasse as eleições com tanta facilidade. Agora que quer se reeleger e a verdade sobre a condição da economia brasileira parece assumir o lugar do mito, muitos a responsabilizam pelo declínio veloz e pedem uma volta ao lulismo, o governo que semeou, com suas políticas mercantilistas e corruptas, as sementes da catástrofe.
A verdade é que não houve nenhum milagre naqueles anos, e sim uma miragem que só agora começa a se esvair, como ocorreu com o futebol brasileiro. Uma política populista como a que Lula praticou durante seus governos pôde produzir a ilusão de um progresso social e econômico que nada mais era do que um fugaz fogo de artifício. O endividamento que financiava os custosos programas sociais era, com frequência, uma cortina de fumaça para tráficos delituosos que levaram muitos ministros e altos funcionários daqueles anos (e dos atuais) à prisão e ao banco dos réus.
As alianças mercantilistas entre Governo e empresas privadas enriqueceram um bom número de funcionários públicos e empresários, mas criaram um sistema tão endiabradamente burocrático que incentivava a corrupção e foi desestimulando o investimento. Por outro lado, o Estado embarcou muitas vezes em operações faraônicas e irresponsáveis, das quais os gastos empreendidos tendo como propósito a Copa do Mundo de futebol são um formidável exemplo.
O governo brasileiro disse que não havia dinheiro público nos 13 bilhões que investiria na Copa do Mundo. Era mentira. O BNDES (Banco Brasileiro de Desenvolvimento Econômico e Social) financiou quase todas as empresas que receberam os contratos para obras de infraestrutura e, todas elas, subsidiavam o Partido dos Trabalhadores, atualmente no poder. (Calcula-se que para cada dólar doado tenham obtido entre 15 e 30 em contratos).
As obras da Copa foram um caso flagrante de delírio e irresponsabilidade
As obras em si constituíam um caso flagrante de delírio messiânico e fantástica irresponsabilidade. Dos 12 estádios preparados, só oito seriam necessários, segundo alertou a própria FIFA, e o planejamento foi tão tosco que a metade das reformas da infraestrutura urbana e de transportes teve de ser cancelada ou só será concluída depois do campeonato. Não é de se estranhar que o protesto popular diante de semelhante esbanjamento, motivado por razões publicitárias e eleitoreiras, levasse milhares e milhares de brasileiros às ruas e mexesse com todo o Brasil.
As cifras que os órgãos internacionais, como o Banco Mundial, dão na atualidade sobre o futuro imediato do país são bastante alarmantes. Para este ano, calcula-se que a economia crescerá apenas 1,5%, uma queda de meio ponto em relação aos dois últimos anos, nos quais somente roçou os 2%. As perspectivas de investimento privado são muito escassas, pela desconfiança que surgiu ante o que se acreditava ser um modelo original e resultou ser nada mais do que uma perigosa aliança de populismo com mercantilismo, e pela teia burocrática e intervencionista que asfixia a atividade empresarial e propaga as práticas mafiosas.
Apesar de um horizonte tão preocupante, o Estado continua crescendo de maneira imoderada – já gasta 40% do produto bruto – e multiplica os impostos ao mesmo tempo que as “correções” do mercado, o que fez com que se espalhasse a insegurança entre empresários e investidores. Apesar disso, segundo as pesquisas, Dilma Rousseff ganhará as próximas eleições de outubro, e continuará governando inspirada nas realizações e logros de Lula.
Se assim é, não só o povo brasileiro estará lavrando a própria ruína, e mais cedo do que tarde descobrirá que o mito sobre o qual está fundado o modelo brasileiro é uma ficção tão pouco séria como a da equipe de futebol que a Alemanha aniquilou. E descobrirá também que é muito mais difícil reconstruir um país do que destruí-lo. E que, em todos esses anos, primeiro com Lula e depois com Dilma, viveu uma mentira que seus filhos e seus netos irão pagar, quando tiverem de começar a reedificar a partir das raízes uma sociedade que aquelas políticas afundaram ainda mais no subdesenvolvimento. É verdade que o Brasil tinha sido um gigante que começava a despertar nos anos em que governou Fernando Henrique Cardoso, que pôs suas finanças em ordem, deu firmeza à sua moeda e estabeleceu as bases de uma verdadeira democracia e uma genuína economia de mercado. Mas seus sucessores, em lugar de perseverar e aprofundar aquelas reformas, as foram desnaturalizando e fazendo o país retornar às velhas práticas daninhas.
Não só os brasileiros foram vítimas da miragem fabricada por Lula da Silva, também o restante dos latino-americanos. Por que a política externa do Brasil em todos esses anos tem sido de cumplicidade e apoio descarado à política venezuelana do comandante Chávez e de Nicolás Maduro, e de uma vergonhosa “neutralidade” perante Cuba, negando toda forma de apoio nos organismos internacionais aos corajosos dissidentes que em ambos os países lutam por recuperar a democracia e a liberdade. Ao mesmo tempo, os governos populistas de Evo Morales na Bolívia, do comandante Ortega na Nicarágua e de Correa no Equador – as mais imperfeitas formas de governos representativos em toda a América Latina – tiveram no Brasil seu mais ativo protetor.

Por isso, quanto mais cedo cair a máscara desse suposto gigante no qual Lula transformou o Brasil, melhor para os brasileiros. O mito da seleção Canarinho nos fazia sonhar belos sonhos. Mas no futebol, como na política, é ruim viver sonhando, e sempre é preferível – embora seja doloroso – ater-se à verdade.


domingo, 20 de julho de 2014

PICARETAGEM DE NÍVEL

Vai demorar muito tempo pra gente perceber o tamanho do prejuízo que a cidade vai ter que assumir devido a ter permitido a infiltração da picaretagem no nível em que nos encontramos.

Uma notícia em um jornal de Atibaia, da semana passada me chamou especial atenção, veja acima, a nota, ilustrada acima, diz:
"CANDIDATÍSSIMO (1)E por falar em eleições de 2016, tem gente trabalhando em segredo para lançar um nome para disputar a prefeitura de Bom Jesus dos Perdões. O nome, que por ora não será divulgado, é muito conhecido em Atibaia, com livre trânsito em praticamente todos os partidos políticos e com acesso direto aos mais altos escalões da administração municipal.CANDIDATÍSSIMO (2)A pedido, seu nome só será divulgado após as eleições de 2014, mas os capetinhas vão dar uma dica. A pessoa em questão é conhecida como grande estrategista político, com macro visão do cenário que se desenrola nos bastidores e com capacidade única de formar ou modificar a estrutura de partidos políticos. E nada mais pode ser dito por ora!"
Ora, ora, ora, graças a esses espertalhões que vêm enganando a cidade há tempos, viramos mesmo a "a casa da mãe joana"...

Seria engraçado se não fosse tão trágica a nossa permissividade com essas pessoas que posam de gente de bem só para enganar os mais desavisados...

sábado, 19 de julho de 2014

sexta-feira, 18 de julho de 2014

quarta-feira, 16 de julho de 2014

sábado, 12 de julho de 2014

MANHÃ DE INVERNO

11 de julho de 2014.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

NEM POLÍTICA NEM RELIGIÃO - VAMOS DISCUTIR FUTEBOL

Aqui no Brasil a Copa foi solicitada e conquistada para ser usada politicamente, pois sempre foi claro que o passo era muito maior do que a perna, e que não teria problemas em se investir tanto se o país estivesse mais ou menos em ordem.
Quem ganhou e quem perdeu com a Copa nós vamos saber depois de terminar e se houver transparência na divulgação das contas, por enquanto o importante é que teremos a decisão no domingo, e como nós temos a tendência de misturar tudo vou entrar nessa e vou misturar, apesar de saber que uma coisa tem influência relativa sobre a outra quando não, nenhuma, já que o futebol é uma caixinha de surpresas...


quarta-feira, 9 de julho de 2014

terça-feira, 8 de julho de 2014

VAI BRASIL!!!

No intervalo do jogo da semi-final, a Alemanha está ganhando de 5 a 0. Quem joga e conhece os meandros do jogo sabe que ganha quem reúne merecimentos para isso, ganha quem merece ganhar, tomando-se como parâmetro uma vasta variedade de situações, e todas elas vão ser abundantemente e exaustivamente discutidas, debatidas, comentadas, choradas, choramingadas, e, no fim, vão se procurar os culpados...

Isso não importa mais, muito.o que importa é que é inverno, e a natureza, em detrimento do que a mediocridade humana faz e desfaz sem levá-la em consideração, afinal nessa falta de consideração entra até a mesma raça humana, prevalece...





Vai Brasil!!!