sexta-feira, 31 de outubro de 2014

FELICIDADE - A TODOS

Feliz apesar dos pesares...


quarta-feira, 29 de outubro de 2014

terça-feira, 28 de outubro de 2014

AULA DE POLÍTICA 2 - ÓDIO X AMOR

Eu até estranhei quando soube de uma declaração do Fenando Henrique pedindo mais amor na disputa eleitoral, ou afirmando que estava faltando isso nas campanhas.

Conhecendo as pessoas envolvidas na política, alguns, políticos, outros gente sem caráter infiltrados na política, a princípio entendi como ingenuidade, apesar de conhecer o ex-presidente a tanto tempo para saber que é um estadista, e que nas características fundamentais para um bom estadista a ingenuidade não pode ter lugar relevante.

Mas vendo as participações das pessoas nas redes sociais, na qual a possibilidade de um pseudo anonimato, (a internet tem meios de se chegar ao autor das postagens, desde que quem as tenha postado não conheça a rede o suficiente para burlar as possíveis buscas por IPs, etc.) oferece a liberdade de soltar os seus sentimentos mais baixos, mostrando também as ações, o caráter e as tendências das pessoas da nossa rede de amizade virtual, algumas que conhecemos só via internet, mas algumas que fazem parte do nosso dia-a-dia, e assistindo os programas jornalísticos da TV, uns mais superficiais outros mais substanciosos, destaco o Jornal da Cultura e após o Roda Viva, que promoveu um debate com cientistas políticos, jornalistas e intelectuais estudiosos e profissionais na análise política, é possível ter uma visão mais abrangente do que aconteceu...

Os responsáveis pelas campanhas que se utilizaram do ódio como estratégia conseguiram melhor êxito no resultado final.

Por isso não devemos nos surpreender com a reação das pessoas com relação ao resultado, é proporcional ao ressentimento semeado no decorrer da campanha que explode numa onda de indignação e inconformismo.

É nítido o sentimento com que algumas pessoas discutem política e demonstram tamanho ódio cego a partidos adversários do que escolheu.

O que me preocupa é que apesar do discurso do ex-presidente Fernando Henrique, que é uma das vítimas desse tipo de campanha que os infiltrados na política se especializaram, além dele José Serra, Marina Silva, e por fim Aécio Neves, esse tipo de campanha no qual se demoniza os inimigos, encontra eco na maioria dos eleitores brasileiros, haja vista o resultado das eleições.

Eu achava que não seria possível identificar o que ou quem pudesse estar por detrás dessa estratégia, e ontem fiquei sabendo que o senhor Luiz Inácio Lula da Silva, em pessoa, nos seus discursos como no comício de Guarulhos, elencou todas as matérias que saíram na internet, criadas por sites anônimos, mas que todos sabem ligados à campanha do seu partido, espalhando notícias sem comprovação, insinuações, fofocas sobre o adversário, incitando um ódio que ele mesmo não tem noção do tamanho e das consequências que esse tipo de campanha possa alcançar. Ele semeia isso no coaração dos seus eleitores, que por sua vez espalham pelo país, um sentimento ou ressentimento que não condiz com a necessidade de união, de diálogo, necessário para uma gestão que traga realmente benefícios para o país e não pelo partido ou pela ideologia do partido, pelo contrário, abre uma fossa que separa os que estão nas bordas dos que chafurdam dentro.

Sem ódios, mas com a constatação dos fatos. Isso porque, apesar das consequências nefastas que esse tipo de maniqueísmo promove no país, a maioria não deseja o mal para ninguém, basta o que naturalmente as pessoas com essa índole vão receber pelos desígnios.

Espero em Deus que as próximas campanhas sejam mais positivas e propositivas e que o povo aprenda a separar e analisar as propostas sem demonizações.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

ELITE PRIVILEGIADA - SPAM CRIADO EM 2006 E AINDA ATUAL

Este texto correu a internet creditado a um jornalista que negou sua autoria, o que não tira o mérito de que é um desabafo que tem muito a ver com a realidade que estamos convivendo, ele é 2009, mas atual, com algumas adaptações.

O comunismo chegou, a elite e o proletariado estão no mesmo nível... Comum. É o milagre da distorção e da enganação...


Elite privilegiada 

Muitos se dizem aviltados com a corrupção e a baixeza de nossos políticos. Eu não, eles são apenas o espelho do povo brasileiro: um povo na sua maioria preguiçoso, malandro, e que idolatra os safados. É o povo brasileiro que me avilta!

Não é difícil entender porque os eleitores brasileiros aceitam o Dilma, Lula e a quadrilha do PT como seus líderes. A maioria das pessoas deste país fariam as mesmas coisas que os larápios oficiais fazem na cara dura: mentiriam, roubariam, corromperiam e até matariam (haja vista Celso Daniel e Toninho do PT, para citar os que vazaram). Tudo pela sua conveniência.

Com muitas exceções, os brasileiros se dividem em 2 grupos:

1) Os que roubam e se beneficiam do dinheiro público, e

2) Os que só estão esperando uma oportunidade de entrar para o grupo 1.

Por que será que o brasileiro preza mais o Bolsa Família, que a moralidade?

Fácil: Com a esmola mensal do bolsa família não é preciso trabalhar, basta receber o dinheiro e viver às custas de quem trabalha e paga impostos.

Por que será que o brasileiro é contra a privatização das estatais?

Fácil: Em empresa privada é preciso trabalhar, ser eficiente e produtivo; senão perde o emprego. Nas estatais é eficiência zero, comprometimento zero e todos a receber o salário garantido, pago com o imposto dos mesmos idiotas contribuintes.

Para mim chega! Passei minha vida inteira trabalhando, lutando e tentando ajudar os outros. Resultado: Hoje sou chamado de "Elite privilegiada". Hoje a moda é ser traficante, lobista, assaltante e excluído social. Por isso, tomei a decisão de deixar de ser inocente útil, e de me preocupar com este povo que não merece nada melhor do que tem.

Daqui pra frente, mudarei minha postura de cidadão. Vou me defender e defender os direitos e interesses da nossa "Elite Privilegiada":

1) Ao contrário dos últimos 20 anos, não farei mais doações para creches, asilos e hospitais. Que eles consigam os donativos com seu querido "Governo voltado para o Social". 

2) Não contribuirei mais com as famosas listinhas de fim de ano para cesta de natal, de porteiros manobristas, faxineiros e outros. Eles já recebem a minha parte pelo Bolsa-Família. 

3) Não comprarei mais CDs e não assistirei a filmes e peças de teatro dos artistas que aderiram ao Lulismo/Dilmismo (lembra, tem que por a mão na merda!). Eles que consigam sua renda com as classes c e d, já que a classe média que os sustentou até hoje não merece consideração.

4) Não terei mais empregados oriundos do norte-nordeste (curral eleitoral petista). Porque eles não utilizam nenhum dos "milhões de empregos” gerados por este governo?

5) Depois de 25 anos pagando impostos, entrarei no seleto grupo de sonegadores. Usarei todos os artifícios possíveis para fugir da Tributação, especialmente dos impostos federais (IR). Assim, este governo usará menos do meu dinheiro para financiar o MST, a Venezuela, a Bolívia, portos de Cuba e as "ONG´s fajutas” da turma do partido. 

6) Está abolida toda e qualquer "gorjeta" ou "caixinha" para carregadores, empacotadores, frentistas, e outros "excluídos sociais". Como a vida deles melhorou MUITO com este governo de esquerda", não precisam mais de esmolas.

7) Não comprarei mais produtos e serviços de empresários que aderiram ao Lulismo/Dilmismo. É só consultar a lista da reunião de apoio ao partido. Como a economia está "uma beleza", eles não estão precisando de clientes da "Elite Privilegiada". 

8) As revistas, jornais e tv’s que defenderam os corruptos em troca de contratos oficiais estão eliminadas da minha vida (Isto É, Carta Capital, Bandeirantes, Folha de São Paulo, etc). A imprensa adesista é um "câncer a ser combatido". As tv´s que demitiram jornalistas que incomodaram o governo, já deixaram de ser assistidas em casa. 

9) Só trabalho com serviços públicos privatizados. Como a "Elite Privilegiada" defende a Privatização, usarei DHL ao invés dos Correios, não terei contas na CEF, Banco do Brasil e outros Órgãos Públicos aparelhados e corruptos.

10) Estou avisando meus filhos: Namorados petistas serão convidados a não entrar em minha casa. E dinheiro da mesada que eu pago não financia balada e nem restaurante com petista. Sem Negociação. 

11) Não viajo mais para o Nordeste. Se tiver dinheiro, vou para o exterior, se não tiver vou para o Guarujá. O Brasil que eu vivo é o da "Elite Privilegiada", não vou dar PIB para inimigo. 

12) Não vou esquecer toda a sujeira que foi feita para a reeleição do Lula e eleição/reeleição da Dilma, nem os nomes dos seus autores. Os boatos maldosos da privatização (Jacques Vagner, Tarso Genro, Ciro Gomes), a divisão do Brasil entre ricos e pobres (Lula, José Dirceu), a Justiça comprada no STF), a vergonha da Polícia Federal acobertando o PT, a virulenta adesão do PMDB (Sarney, Calheiros, Collor), a superexposição na mídia (Globo).


Sugiro que vocês comecem a defender sua ideologia e seu estilo de vida, senão, logo, logo, teremos nosso patrimônio confiscado pela "Ditadura do Proletariado".


ALGUNS PODEM ATÉ GANHAR AS ELEIÇÕES, MAS O BRASIL PODE PERDER


quinta-feira, 23 de outubro de 2014

PELA MUDANÇA

É impressionante a distorção e a mentira que eles usam para colocar terror nos eleitores, eles mostram manchetes de jornais mostrando índices de desemprego, problemas trabalhistas dizendo que não querem o retrocesso, e insinuam que o retrocesso seria o PSDB, quando a distorção está no fato de que é esse partido que plantou as bases para a estabilidade, eles pegaram uma situação criada por gente que está ao lado do PT, como Sarney e Collor, se não fosse o PSDB, eles não teriam pego um país encaminhado, e tenho certeza de que se fosse o grupo que idealizou o Plano Real, no comando, estaríamos muito melhor.

Por isso sou a favor da mudança...

Olha! E com isso tem que ir todos os correligionários que fazem parte do aparelhamento do Brasil, gente sem competência ou compromisso com o País, que estão explorando todos os órgãos públicos federais.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

CRIME INSTITUCIONAL

Nunca antes na história desse país se cometeu o crime de compra de votos de modo tão acintoso e institucionalizado, as pessoas vendem o voto e recebem via Caixa Econômica Federal, em qualquer Casa Lotérica...
Não! Tudo errado...
Não é compra de votos!
Eu estou sendo leviano!
Os bolsistas não têm nenhuma obrigação de votar no partido do Governo!
Todos sabem que mesmo se o partido do Governo não ganhar, o Programa vai ser mantido!
Há dinheiro suficiente nos cofres públicos, para que os Bancos Estatais continuem bancando as despesas com o Programa, por bastante tempo!
Afinal, esse Programa tirou milhões de pessoas da miséria.


terça-feira, 21 de outubro de 2014

APOIANDO O ATRASO

A evasão da ética
                        João Guilherme Sabino Ometto*

         É constrangedor para o nosso povo e prejudicial ao ambiente de negócios a informação de que mais de 30 bilhões de dólares em dinheiro ligado ao crime, à corrupção e à sonegação de impostos saem do Brasil a cada ano. Os dados, divulgados pela Global Financial Integrity (GFI), grupo de pesquisa sediado em Washington (EUA) e defensor da transparência financeira, impõem reflexão sobre o que queremos para o presente e o futuro, pois é premente combater esse mal.
O artifício mais utilizado para as remessas ilegais é a precificação irregular, ao se cobrar a menos ou a mais por bens e produtos. Há, ainda, o contrabando, a lavagem de dinheiro e as transferências de recursos do crime organizado internacional. Conforme observa a GFI, nosso país tem um sério problema com fluxos financeiros ilícitos. A esse diagnóstico soma-se a corrupção do setor público, crônica em nossa história, estabelecendo-se um cenário negativo para a economia.
Segundo o estudo, as perdas anuais equivalem a 1,5 por cento da produção econômica nacional, drenando dinheiro que poderia ser utilizado para impulsionar o crescimento do PIB e/ou melhorar os serviços públicos. Para que tenhamos ideia mais concreta dos danos representados pela fuga de recursos, fiz um exercício matemático. Os resultados são espantosos!  
Ao câmbio oficial do dia 10 de setembro, os 30 bilhões de dólares que perdemos todo ano equivalem a 62,42 bilhões de reais. Com esse montante seria possível realizar quase oito obras como a transposição do rio São Francisco, um dos maiores empreendimentos da engenharia brasileira em todos os tempos, orçado em oito bilhões e duzentos milhões de reais (o custo previsto em 2007 era de R$ 4,6 bilhões, mas houve vários aditivos contratuais, em análise pelo Tribunal de Contas da União).
Por ocasião da Copa do Mundo, foi imensa a polêmica quanto à construção das doze arenas brasileiras, que custaram, somadas, oito bilhões e meio de reais, média de 700 milhões cada. Pois bem, com o dinheiro que perdemos nas remessas ilegais, seria possível construir 89 estádios padrão FIFA. 
Este ano, o Governo Federal liberou 24,1 bilhões de reais para o Plano da Safra da Agricultura Familiar 2014/2015. Os recursos evadidos representam quase três vezes esse valor. Poderíamos praticamente ter triplicado as verbas em apoio a um segmento decisivo para a agropecuária, produção de alimentos, fixação das pessoas no campo e geração de trabalho e renda.
Na área do ensino (prioridade ainda não atendida a contento no País), os recursos desperdiçados na ilegalidade possibilitariam multiplicar em 53,8 vezes o orçamento total previsto para 2014 da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, de 1,16 bilhão de reais. E estamos falando da maior rede educacional do Brasil, com 5,3 mil escolas, 230 mil professores, 59 mil servidores e mais de quatro milhões de alunos.
Em 2010, o Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp produziu o estudo “Relatório Corrupção: custos econômicos e propostas de combate”, com base no modelo da Transparência Internacional. Em valores de 2012, o custo anual médio da improbidade corresponde a R$ 60,7 bilhões, algo muito próximo do agora apurado pela GFI, referendando a gravidade do problema.
Temos instituições sólidas, Estado organizado de acordo com padrões avançados da democracia, empresários e trabalhadores com grande capacidade laboral e pautados pela correção de conduta, bem como governantes e parlamentares eleitos pelo voto direto. Contamos, assim, com os elementos necessários para impedir que a minoria desonesta promova a evasão da ética no setor público e na iniciativa privada, pulverizando recursos gerados pelo trabalho de nossa gente.

*João Guilherme Sabino Ometto, 74, engenheiro (Escola de Engenharia de São Carlos - EESC/USP), é vice-presidente do Conselho de Administração do Grupo São Martinho, vice-presidente da FIESP e coordenador do Comitê de Mudanças Climáticas da entidade.

domingo, 19 de outubro de 2014

QUANTO PIOR

Um comentário de um(a) leitor(a) é importante para se discutir um assunto que é de fundamental importância:

Professores devem ser tratados e valorizados como profissionais e não como abnegados que trabalham apenas por vocação. A diferença salarial entre professores e demais profissionais com mesmo nível de instrução é inaceitável. Enquanto salário e carreira não forem atraentes, o número de jovens dispostos a seguir a carreira do magistério continuará sendo baixo. Elevar os salários do magistério é opção mais política do que técnica. Implica em mudar prioridades e passar a enxergar a Educação como a principal fonte sustentável de desenvolvimento econômico e social de um país.

Entendo o que coloca e concordo em gênero, número e grau, concordo em gênero, número e grau, mas conheço como funciona a questão política, e explico:

Os Governos, todos e quaisquer no nosso sistema, priorizam conforme a força com que a água bate na bunda. Trocando em miúdos, apesar da lei exigir que 25% das receitas sejam investidas na Educação, os detalhes desses investimentos depende da representatividade da classe dentro das discussões do Orçamento. Culpar os políticos é fácil, só que o político pode ser da área e conhecê-la bem, como pode não ser e não conhecê-la, pelo que sabemos o nosso governador é da área da Saúde, então precisa de que a representação da classe tenha força e exerça influência para fazer chegar ao Governo as suas reivindicações, seus anseios. Acontece que que os representantes dos educadores usam essa representatividade muito mais para fazer política partidária, para defender interesses partidários, do que para defender os interesses da classe, ou os interesses da sociedade, representados pelos alunos.

Enquanto os professores se deixarem representar por militantes políticos teremos conflitos onde é necessário consenso.