sexta-feira, 10 de agosto de 2012
OS TRÊS FILTROS
Eu já conhecia o texto e há pouco tempo atrás o Carlos tinha colocado em um dos seus comentários e hoje recebi por e-mail como um sinal de que é importante divulgar devido á grande sabedoria que carrega, principalmente no caso específico dessa época de eleições em que candidatos que não têm nada para falar de si ficam espalhando estórias inventadas ou distorcidas sobre os seus adversários, que até passa pelo filtro da utilidade, mas não comum, para todos, mas para o próprio mentiroso (o que cria), ou fofoqueiro (o que ajuda a espalhar). Para pensar, refletir, ter paciência e não ir acreditando em tudo o que se inventa nessa época:
"Por uma campanha positiva e propositiva"
Conta-se que certo dia, um conhecido se aproximou todo afoito de Sócrates e disse: “Sabe o que acabo de ouvir sobre um amigo seu?”. Porém, impedindo que ele continuasse, o filósofo grego falou: “Antes de me falar qualquer coisa, vejamos se você consegue passar pelo ‘teste dos três filtros’. O primeiro é o filtro da VERDADE. Você tem certeza de que o que vai me contar é VERDADE?” “Não, acabei de ouvir de outra pessoa”, respondeu o homem. “Bem, então não sabe se é verdade”, continuou o sábio “Mas vamos ao segundo filtro, o da BONDADE.Isso que estás prestes a me dizer sobre meu amigo é algo de bom?” “Não, pelo contrário, é bem ruim”, enfatizou o homem. “Bom, então quer me contar algo ruim sobre alguém, sem saber se é verdade”, prosseguiu Sócrates impassível. “Mas pode ser que você ainda passe pelo terceiro filtro, o da UTILIDADE. O que você quer dizer é útil para mim?”. “De fato, não é”, admitiu o sujeito. E o filósofo, então, concluiu: “Ora, mas, se não é VERDADEIRO, BOM OU ÚTIL,para que me contar afinal?”.
"Por uma campanha positiva e propositiva"
Conta-se que certo dia, um conhecido se aproximou todo afoito de Sócrates e disse: “Sabe o que acabo de ouvir sobre um amigo seu?”. Porém, impedindo que ele continuasse, o filósofo grego falou: “Antes de me falar qualquer coisa, vejamos se você consegue passar pelo ‘teste dos três filtros’. O primeiro é o filtro da VERDADE. Você tem certeza de que o que vai me contar é VERDADE?” “Não, acabei de ouvir de outra pessoa”, respondeu o homem. “Bem, então não sabe se é verdade”, continuou o sábio “Mas vamos ao segundo filtro, o da BONDADE.Isso que estás prestes a me dizer sobre meu amigo é algo de bom?” “Não, pelo contrário, é bem ruim”, enfatizou o homem. “Bom, então quer me contar algo ruim sobre alguém, sem saber se é verdade”, prosseguiu Sócrates impassível. “Mas pode ser que você ainda passe pelo terceiro filtro, o da UTILIDADE. O que você quer dizer é útil para mim?”. “De fato, não é”, admitiu o sujeito. E o filósofo, então, concluiu: “Ora, mas, se não é VERDADEIRO, BOM OU ÚTIL,para que me contar afinal?”.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
MINHOCAS
O Xande criou e colocou no Face, e como é muito, por demais pertinente eu trato de ajudar a "espaiar" a ideia, já que sabemos que sobram minhocas e que temos que estar muito atentos para escolher que minhoca vamos querer se movimentando na nossa caraminhola durante quatro longos anos...
terça-feira, 7 de agosto de 2012
O VELHO PROBLEMA DAS DROGAS
Peguei o texto na página do amigo Luiz Lorenzetti, do "Amor Exigente" porque é uma aula para todos nós:
O Velho Problema das Drogas
Recentemente a Rádio Bandeirantes levou ao ar uma série de reportagens sobre o velho problema das drogas.
Vários profissionais da área foram ouvidos e, infelizmente, pelas considerações feitas, ficou entendido que grande parte da responsabilidade pelo uso de drogas na adolescência, recai sobre os ombros dos pais.
O que geralmente acontece, é que os pais não observam algumas noções básicas para se formar um indivíduo consciente das suas responsabilidades e resistente ao apelo das drogas.
Pensando em fazer o melhor, os pais começam por isentar os filhos de qualquer obrigação.
Para poupá-los, executam as tarefas que lhes dizem respeito.
Quando os filhos são pequenos os pais se desdobram para fazer tudo, providenciar tudo para que nada lhes falte e para que não tenham que enfrentar frustrações nem quaisquer dificuldades.
Se pudessem, os pais os poupariam até mesmo das enfermidades, dos pequenos tombos, das dores, dos arranhões...
Quando a criança começa sua jornada na escola, os pais as acompanham e carregam a sua mochila e, alguns, até fazem as lições de casa para poupar possíveis reprimendas de seus mestres.
E assim a criança vai crescendo num mundo de ilusões, pois essa não é a realidade que terão que enfrentar logo mais, quando tiverem que caminhar com as próprias pernas.
Imaginemos alguém que nunca teve oportunidade de dar alguns passos, que sempre foi carregado no colo, que forças terá para se manter de pé?
É evidente que essa criança, quando chegar na adolescência, não terá estrutura nenhuma.
Diante da primeira dificuldade ficará vulnerável como uma flor de estufa aos primeiros golpes do vento.
Ela não aprendeu a suportar frustrações, pois os pais as evitaram o quanto puderam. Ela nunca teve nenhuma responsabilidade a lhe pesar sobre os ombros.
Jamais sofreu uma decepção e sempre teve a razão a seu favor, até mesmo nas pequenas rixas com os amiguinhos da infância.
Crianças criadas assim, não estão preparadas para pensar, nem para sair de dificuldades, nem para resolver problemas. Sempre esperam que alguém resolva tudo por elas, pois essa foi a lição que receberam dos pais ou responsáveis.
Mas, afinal de contas, quem é que pode passar pelo mundo isento de dificuldades?
Isso é impossível, em se tratando do nosso mundo.
E o problema está justamente quando a criança, agora adolescente, sofre seu primeiro solavanco, que pode até não ser tão grave, mas é suficiente para abalar sua estrutura frágil, agora longe do olhar vigilante dos pais.
Psicólogos e psiquiatras, entre outros profissionais que se pronunciaram na referida reportagem, aconselham que os pais evitem que seus filhos venham a usar drogas, dando-lhes uma educação consciente, que prepara o indivíduo para viver no mundo real e não num mundo ilusório por eles idealizado.
É preciso que os pais repensem essa forma de amor sem raciocínio, esse amor permissivo, bajulador e sem consistência. É preciso permitir que os filhos andem com as próprias pernas, amparando-os sempre, mas deixando-os fortalecer os próprios "músculos".
É preciso deixá-los enfrentar pequenas frustrações, como não ganhar o brinquedo igual ao do filho do vizinho, por exemplo. Como não ganhar o álbum de figurinhas que todos os colegas da escola têm.
Educar é a arte de formar os caracteres do educando, e não de deformar.
Assim, se você é pai ou mãe e tem interesse em manter seu filho longe das drogas, pense com carinho a respeito das recomendações que lhe chegam.
E, acima de tudo, doe muito amor e atenção aos seus pequenos, pois quem ama, verdadeiramente, ensina a viver e não faz sombra para impedir o crescimento dos seus amores.
Se você quer que seu filho tenha os pés no chão, coloque responsabilidades sobre seus ombros.
Se você quer que seu filho resista aos vendavais da existência e ao convite mortal das drogas, permita que ele firme suas raízes bem fundo, mesmo que para isso tenha que se dobrar de vez em quando, como faz a pequena árvore enquanto seu tronco está em formação.
O Velho Problema das Drogas
Recentemente a Rádio Bandeirantes levou ao ar uma série de reportagens sobre o velho problema das drogas.
Vários profissionais da área foram ouvidos e, infelizmente, pelas considerações feitas, ficou entendido que grande parte da responsabilidade pelo uso de drogas na adolescência, recai sobre os ombros dos pais.
O que geralmente acontece, é que os pais não observam algumas noções básicas para se formar um indivíduo consciente das suas responsabilidades e resistente ao apelo das drogas.
Pensando em fazer o melhor, os pais começam por isentar os filhos de qualquer obrigação.
Para poupá-los, executam as tarefas que lhes dizem respeito.
Quando os filhos são pequenos os pais se desdobram para fazer tudo, providenciar tudo para que nada lhes falte e para que não tenham que enfrentar frustrações nem quaisquer dificuldades.
Se pudessem, os pais os poupariam até mesmo das enfermidades, dos pequenos tombos, das dores, dos arranhões...
Quando a criança começa sua jornada na escola, os pais as acompanham e carregam a sua mochila e, alguns, até fazem as lições de casa para poupar possíveis reprimendas de seus mestres.
E assim a criança vai crescendo num mundo de ilusões, pois essa não é a realidade que terão que enfrentar logo mais, quando tiverem que caminhar com as próprias pernas.
Imaginemos alguém que nunca teve oportunidade de dar alguns passos, que sempre foi carregado no colo, que forças terá para se manter de pé?
É evidente que essa criança, quando chegar na adolescência, não terá estrutura nenhuma.
Diante da primeira dificuldade ficará vulnerável como uma flor de estufa aos primeiros golpes do vento.
Ela não aprendeu a suportar frustrações, pois os pais as evitaram o quanto puderam. Ela nunca teve nenhuma responsabilidade a lhe pesar sobre os ombros.
Jamais sofreu uma decepção e sempre teve a razão a seu favor, até mesmo nas pequenas rixas com os amiguinhos da infância.
Crianças criadas assim, não estão preparadas para pensar, nem para sair de dificuldades, nem para resolver problemas. Sempre esperam que alguém resolva tudo por elas, pois essa foi a lição que receberam dos pais ou responsáveis.
Mas, afinal de contas, quem é que pode passar pelo mundo isento de dificuldades?
Isso é impossível, em se tratando do nosso mundo.
E o problema está justamente quando a criança, agora adolescente, sofre seu primeiro solavanco, que pode até não ser tão grave, mas é suficiente para abalar sua estrutura frágil, agora longe do olhar vigilante dos pais.
Psicólogos e psiquiatras, entre outros profissionais que se pronunciaram na referida reportagem, aconselham que os pais evitem que seus filhos venham a usar drogas, dando-lhes uma educação consciente, que prepara o indivíduo para viver no mundo real e não num mundo ilusório por eles idealizado.
É preciso que os pais repensem essa forma de amor sem raciocínio, esse amor permissivo, bajulador e sem consistência. É preciso permitir que os filhos andem com as próprias pernas, amparando-os sempre, mas deixando-os fortalecer os próprios "músculos".
É preciso deixá-los enfrentar pequenas frustrações, como não ganhar o brinquedo igual ao do filho do vizinho, por exemplo. Como não ganhar o álbum de figurinhas que todos os colegas da escola têm.
Educar é a arte de formar os caracteres do educando, e não de deformar.
Assim, se você é pai ou mãe e tem interesse em manter seu filho longe das drogas, pense com carinho a respeito das recomendações que lhe chegam.
E, acima de tudo, doe muito amor e atenção aos seus pequenos, pois quem ama, verdadeiramente, ensina a viver e não faz sombra para impedir o crescimento dos seus amores.
Se você quer que seu filho tenha os pés no chão, coloque responsabilidades sobre seus ombros.
Se você quer que seu filho resista aos vendavais da existência e ao convite mortal das drogas, permita que ele firme suas raízes bem fundo, mesmo que para isso tenha que se dobrar de vez em quando, como faz a pequena árvore enquanto seu tronco está em formação.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
domingo, 5 de agosto de 2012
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
SEMANA MUNDIAL DO ALEITAMENTO MATERNO
Estamos em plena comemoração da 20ª Semana Mundial da Amamentação, veja matéria sobre o assunto no site da Câmara Municipal:
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
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